Acorrentada no silêncio
Estou presa à você
Pendurada em uma corda
Amarrada ao pescoço
Sinto-me sufocada
O ar não tem saída
Vejo-me cair
A queda é profunda
Não há um fim na estrada
Mas continuo a caminhar
Você pode me guiar?
Sacrifiquei memórias
Em preto e branco
Me encontro perdida
Hesitei, Almejei
De sua alma
Não há mais esperança
Pareço confusa
Com a mente vazia
Ouça-me,grite-me
Quebre o silêncio
Trás de volta
O que levou
Suplico-lhe de joelhos
Apenas traga.